[EN] - Sávio Batista, autor de O Próximo Rei

5.9.16



UDF – Como você decidiu se tornar escritor?
SB  Sou do tipo de pessoa bem criativa, com imaginação fértil. Durante uma conversa com um amigo, que na época estava escrevendo um livro sobre ficção científica, comecei a considerar a possibilidade de colocar minhas ideias no papel, e assim o fiz, durante uma madrugada comecei a imaginar um mundo de aventuras, o qual reunisse vários fatores como fantasia, terror, suspense... Não consegui resistir à ideia de organizar a estória e comecei a escrever meu primeiro livro, O Próximo Rei!
UDF – O Próximo Rei um livro de fantasia. O que te levou a escrever esse estilo?
SB  Desde a infância sou fascinado pelas diversidades que o “mundo do impossível” pode trazer. A liberdade que o autor possui de criar personagens com habilidades sobrenaturais assim como monstros, terras de fantasias, jornadas épicas e perigos inimagináveis. Sou um grande fã de HQs, filmes épicos, seriados e livros de fantasia. Por essa minha paixão optei por escrever sobre este incrível tema de infinitas possibilidades.
UDF – Como é ser escritor de fantasia no Brasil?
SB  Nosso país possui ótimos títulos do gênero. Sou novo no mercado literário, mas já noto o carinho das pessoas por textos de fantasia. Estamos em uma era de super-heróis, monstros e aventuras fantásticas no cinema, o tema é de grande interesse nacional, tal gênero nunca foi tão bem aceito. Sendo eu mais um nerd de carteirinha, sinto que estou em casa ao escrever ou quando as pessoas comentam sobre meu primeiro livro.
UDF – O que você acha da entrada da literatura jovem estrangeira no Brasil? Como é ter sua literatura convivendo com esses livros?
SB  Conheço ótimas obras estrangeiras, assim como já tive o prazer de ler incríveis livros nacionais. Infelizmente a geração de hoje deixa-se levar por títulos de sagas famosas do cinema estrangeiro, diversas vezes ignorando o que a literatura nacional tem a oferecer.  Penso que deveria haver um maior investimento na divulgação e aproveitamento (caracterização para filmes, desenhos ou seriados) das obras brasileiras.  Para autores que estão começando há uma grande concorrência com os títulos estrangeiros, o que dificulta e desmotiva jovens escritores.  
UDF – De onde você tira inspiração para escrever?
SB  A minha inspiração vêm das grandes estórias como os clássicos da fantasia e aventura, desenhos, jogos, HQs, filmes e seriados. Há diversas formas de se contar uma história, assim como melhorá-la e garantir que o conto possa causar grandes emoções em alguém. O carinho dos leitores, o imenso apoio de minha família e amigos, a cultura que presenciei todos esses anos, estas são minhas principais fontes de inspiração.
UDF – Que dica você daria para os novos escritores que acompanham o Um Dia Frio?
SB  O que posso deixar como um conselho é que vocês devem acreditar em seus sonhos, em seus instintos, acreditar em suas capacidades. Sonhe, imagine, crie e mostre as pessoas do que vocês são capazes! Não se deixem desanimar por críticas ou poucas oportunidades, caso seu sonho é ser um escritor... Na dúvida tente! A maior arma da mente é a imaginação!
UDF – O que você está lendo atualmente e que livro indica para os leitores do blog?

SB  Atualmente estou lendo um conto de terror nacional chamado Sorrisos Doentios. Para os leitores eu indico um livro que possuo um enorme carinho, se trata de uma história de terror chamada O Vilarejo, de um grande escritor brasileiro, Raphael Montes.


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