[FDL] - Moana

8.3.17


O 56º longa metragem de animação da Disney, Moana é diferente de todos os outros. Primeiro, por que não é baseado em qualquer livro, conto ou história antes publicado, pelo contrário, é uma totalmente original das cabeças de Ron Clements e John Musker, que trabalharam em A Princesa e o Sapo – um dos últimos longas 2D da Disney. Segundo, por que a história é incrível, narrando em uma mitologia que está muito longe de nós, a da Polinésia – que são arquipélagos do Pacífico Sul.
Mas se existir um livro narrado – não screenplay, como AFOH ou HP e a Criança Amaldiçoada – eu quero ele nas mãos imediatamente após o fim desse artigo!
A história começa com Moana ainda um bebê – pouco mais de três anos, talvez; difícil dizer a idade desses personagens 3D. Foi aí que ela foi escolhida pelo próprio oceano:
~trailer internacional aqui~
Todavia, após o fim, entramos em uma montagem musical, na qual ela cresce e a audiência aprende um pouco sobre a ilha e os costumes de seus moradores. Moana é filha do chefe da tribo e, consequentemente, destinada a ser a próxima chefe; todavia, seu chamado pelo oceano atrapalha um bocado durante seus primeiros anos, até que ela entende que sua obrigação para com os outros é maior do que seu desejo de sair da ilha – em todas as cenas do pai, quase literalmente, ele fala que seu povo não pode se aventurar.
Agora crescida e aceitando seu papel de chefe, Moana passa a resolver problemas simples dos cidadãos – como onde plantar cocô e arrumar novos lugares de pesca. O problema, é que não há solução, pois a ilha está morrendo. De fato, o mundo está morrendo, sendo aos poucos absorvido pela escuridão.
Aqui, entramos na parte mitológica da história.
O conflito da história começa mil anos antes, quando Maui, semideus do vento e do mar, herói de homens – e de mulheres também; ele não faz distinção; salva a todos – retira o coração da deusa Te Fiti, a ilha mãe. Seus motivos, porém, não vou dizer, já que são uma parte importante do filme.
Moana, após ser escolhida pelo oceano, precisa encontrar Maui, para que ele restaure o coração da deusa e pare a escuridão que está consumindo o mundo. Durante a jornada, eles cruzam com monstros e outras criaturas que querem o coração para si, já que ele é capaz de criar vida.
Vocês devem ter reparado que eu falei o oceano muitas vezes, como se ele tivesse vida própria. Bem. ELE TEM! O oceano é um personagem da história, com personalidade! Mesmo não tomando forma humana, o oceano expressa suas emoções. Sabemos quando está triste, assustado e, até mesmo, fazendo piada – eu ri muito com ele e com Heihei, a galinha que Moana leva a bordo de seu barco.
Todos os personagens do filme são extremamente bem construídos. Sabemos como cada um é e as mudanças que os tornaram daquela maneira. Nós rimos, choramos e nos apaixonamos por cada um deles, cada um a sua maneira, mesmo que alguns, no começo, você desgosta – até aprender mais sobre eles.
Um livro de Moana – principalmente se fosse escrito por Rick Riordan – entraria para minha lista de favoritos rapidinho, já que de filmes da Disney, é o meu favorito atual.



Já assistiram a esse filme? O que acharam? Deixe nos comentários!

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