[R] – 3 Lições que aprendi ao escrever meu primeiro livro – Pt.1

8.5.17

por Jerry Jenkins | tradução de Leandro Zapata
Tudo bem, nada de esperto sobre como meu primeiro foi escrito em Sanskrit. Sim, já faz cinquenta anos que eu venho escrevendo por dinheiro e quarenta que escrevo livros. E sim, quando eu escrevi meu primeiro livro, eu subi de nível de uma máquina de escrever manual para uma elétrica.
Lembra-se deles?
Eu disse para alguns colegas escritores sobre começar minha carreira em uma máquina de escrever manual e – pensando que eu estava sendo engraçado – disse, “Tenho certeza que algum de vocês já ouviu falar em uma máquina de escrever”.
Uma menina afirmou, “Eu acho que já vi uma!”
Onde? Jurassic Park?
Bem, eu dirigi um carro de verdade para a cidade esses dias; nada mais de usar cavalos para o vendedor quando a esposa e eu precisamos de farinha, sorgo e melaço. E agora, não apenas teclo meus livros e romances eletronicamente – e às vezes até dito passagens que magicamente aparecem na tela –, mas também coisas que nunca mudam, como as lições que aprendi quando escrevi meu primeiro livro décadas atrás.


1. Tem uma razão para a tarefa parecer esmagadora.
Porque é! Você já ouviu aquele provérbio que escrever um livro é como comer um elefante – uma mordida por vez. Provérbios são clichês por serem verdade. Eu tive que quebrar a jornada de escrever um livro passo-a-passo com tarefas com prazos, e isso ajudou a manter minha sanidade e me deu a sensação de completude que é crucial para o sucesso.
Meu primeiro livro foi uma autoniografia-como-dita, então – apesar de um novo desafio para mim – os passos foram bem lógicos. Eu precisava:
- Juntar informações sobre meu assunto para vender a ideia a uma editora.
- Juntar informações publicadas para que meu assunto pudesse confirmar ou corrigir como um começo de começar a entrevista.
- Formar um outline da vida do meu assunto.
- Entrevistar meu assunto para conseguir informações que nunca foram publicadas antes e ter uma visão por dentro de eventos que o publico já conhece.
- Transcrever as gravações das entrevistas.
- Reorganizar as transcrições cronologicamente para facilitar o uso.
- Programar a escrita, revisão pelo assunto, e a reescrita cuidadosamente para cumprir o prazo.
Confesso que eu fui frustrado por essa primeira experiência tanto tempo atrás. Acontece que meu primeiro assunto era um homem brilhante que já veio com suas próprias ideias e outlines, e estava totalmente preparado.
Como eu poderia que ele era único e que eu não apreciaria tanta ajuda de um assunto em dúzias de projetos similares que faria dali para frente?

2. O que eu aprendi sobre editoras.

Quer saber essa segunda lição? Não deixe de conferir o Um Dia Frio na segunda que vem!

Fonte: http://www.jerryjenkins.com/writing-my-first-book/

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