[R] – Ahsoka, de E. K. Johnston

14.7.17

Estava eu a fazendo um post para você, e descobri que não fiz uma resenha de Ahsoka, de E. K. Johnston. Eu fiz um texto sobre a personagem, mas não sobre o livro! Fiquei indignado e vim direito escrever. Então, se você não gosta de Star Wars, abandone esse post e volte na segunda-feira.
O livro começa com uma memória – para quem ama a série The Clone Wars, essa parte é para vocês – da última vez que Ahsoka viu seu mestre, Anakin Skywalker. Ele estava saindo para salvar o Chanceler Palpatine, que havia sido sequestrado pelos Separatistas durante um ousado ataque a capital de República, Coruscant. Ela recebe seus sabres de luz de volta e parte para Mandalor, para impedir a tiraria de Maul.
Em seguida, somos jogados de volta ao presente. Sendo um dos livros canônicos mais próximos do começo do Império, em Ahsoka vemos a transição dos Venator-class para os gigantescos Star Destroyers; vemos a criação dos icônicos T.I.E. Fighters e suas primeiras missões. Mesmo ainda em seu primeiro ano, o Império já estava abusando e destruindo planetas, antes mesmo da construção da Estrela da Morte.
Durante o ano que passou como fugitiva – e sobrevivente da Ordem 66 –, Ahsoka vive como uma mecânica para um fazendeiro de Thabeska, um planeta remoto na Orla Exterior da Galáxia. Com o nome Ashla, teve uma vida tranquila até ali, sem chamar atenção para suas habilidades na Força. Mas como sempre, ela se vê obrigada a deixar o planeta e a família.
Sua mudança à leva para Raada, uma pequena lua na Orla Exterior e que sobrevive apenas de fazendas. Por causa de algumas amizades que encontra na lua, Ahsoka se vê envolvida em um pequeno ato de rebelião, que não tem resultados muitos bons para os nativos e para ela.
Durante o livro, ela se vê necessitada de fugir da lua, mesmo sabendo que o Império tinha planos terríveis para o lugar. Mas é aqui que minha parte favorita da história começa.
Ela descobre o envolvimento dos Inquisidores, uma organização de seres sensíveis a Força e treinados rudemente. Quando o Sexto Irmão chega a Raada buscando por Ahsoka, ela precisa voltar e ajudar seus amigos rebeldes, mas não antes de encontrar novas Cristais Kyber para construir novos sabres – já que seu último par havia sido deixado para trás de modo a provar sua morte.


Ahsoka então vai até Ilium, o ancestral planeta Jedi, onde milhares de jovens buscaram seus cristais. Neste ponto temos a nova canonização da origem dos cristais vermelhos dos Sith. Cada cristal está destinado a ir a um Jedi – ou alguém sensível a Força –, e Ahsoka descobre que os seus não estão ali. (Nesse momento, também descobrimos que o Império abriu um imenso buraco no planeta na sua coleta de cristais – Base Starkiller, alguém?)
Após meditar na Força, ela descobre que seus cristais estão – sem nenhuma surpresa aqui – em Raada. Ela, então, volta ao planeta.
Minha opinião é óbvia: amei com todas as forças esse livro! É sem dúvida o melhor livro de Star Wars – tornando-se o meu favorito da saga – e está em segundo lugar no top geral dos meus favoritos, logo após Anjos e Demônios. E. K. Johnston fez seu nome antes de ser chamada para escrever a história, e com certeza provou isso ainda mais, capturando essência de Ahsoka em suas palavras.
Leitura obrigatória para todos os fãs da saga épica de George Lucas!

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